Dia 99
Grupo acorda Wener com poção, ele acorda Veecent com cura psíquica e depois cuida do grupo com primeiros socorros.
Mhuamba e Adnaan, que conhecem a língua dos Thri-Kreen, conversam com Tchak-tik, que fala pelos Thri-Kreen que eles libertaram. O dialeto dele é estranho, pela tribo dele viver afastada das tribos kreen do outro lado das montanhas, mas eles conseguem entender. Tchak-tik fala como a terra balançou há vários meses, com um grande tremor vindo do oeste, seguido de vários outros tremores ao longo de um dia inteiro, e uma nuvem vermelha se ergueu a oeste na direção das escarpas, e nas semanas seguintes os batedores das tribos kreen encontraram a grande fenda que rasgou o cerrado.
Perguntado sobre Mir-Sath, Tchak-tik disse que não sabe de nenhuma cidade das escarpas, e de que o povo dele não é bom em escalar e por isso sempre evitou o paredão, mas que já viu pequenos voadores em estranhas criaturas voadoras próximos ao paredão, perto de uma formação rochosa que ele chama de "Pedra que Bebe o Vento", e descreve marcas talhadas na pedra que Kibb diz para Wener que podem ser instruções para Rhul-thaun que perderam suas montarias poderem descer o paredão em segurança.
Tchak-tik conversando com o grupo
O grupo se despede dos kreen, e Tchak-tik recompensa eles com cordas feitas de resina que podem ser úteis na descida. Os kreen caminham para leste.
O grupo amarra e venda o piloto sobrevivente dos insetos alados, e espera ele acordar. Quando ele acorda Adnaan fala com ele, e recebe como resposta na sua mente apenas perguntas ("Vocês não são dessas terras. Quem é o mestre de vocês?", "Você é o feiticeiro, qual rei você serve?", e uma sondagem mental atrás de respostas. Adnaan resiste a essa sondagem, e Pahn-Tu desdenha, tendo percebido o contato:
"Ele não pergunta para ouvir da sua boca, pergunta para obrigar sua mente a responder. E ele tenta fazer o mesmo comigo, uma ferramenta brincando com fragmentos da Arte, patético."
O prisioneiro ainda tenta outras perguntas na mente de Adnaan, "Para qual povo o pequeno ancestral está levando vocês, por que carregam uma mente morta?", mas Adnaan se irritou com a tentativa de ler a sua mente e manda Garra da Noite quebrar o pescoço do prisioneiro com suas mandíbulas. Quando ele vai fazer isso só morde o ar: o prisioneiro desapareceu, sobrando apenas as suas amarras soltas.
O grupo segue viagem, e descansa ao fim do dia sob a proteção da magia de Mhuamba. Antes de acampar Adnaan dá um salto no ar, e fala para o grupo que eles estão próximos das escarpas, e que devem chegar nelas antes do final do próximo dia de viagem.
Dia 100
O grupo segue viagem, e perto do fim do dia chega à beira do paredão. Kibb já tinha avisado que do alto dele eles não veriam Mir-Sath, pois os Rhul-thaun construíram ela para ficar oculta vista de cima, mas eles vêm o pântano na base do paredão, a três quilômetros de distância, e a savana vermelha se estendendo por centenas de quilômetros além do pântano. Uma estranha cidade parece estar na savana, feita não de pedra mas de um âmbar esverdeado que brilha contra o sol poente.
Vista do alto do paredão
Na Pedra que Bebe o Vento o grupo encontra as marcas the Tchak-tik mencionou, que Kibb traduz como "rota segura" e "assentamento próximo", e que indica o caminho a seguir para descida, mas a pedra tem sinais de ter sido afetada pelo terremoto. O grupo decide descansar antes se começar a descida, para evitar descer na escuridão.
Dia 101
No topo das escarpas e a Pedra que Bebe o Vento
O grupo começa a descida, com Adnaan usando seu teleporte pelas sombras para alcançar lugares onde prender as cordas, e depois soltar as cordas. Veecent usa sua força para manter a corda tensionada enquanto os outros descem, e Wener tem a ideia de fazer uma cadeira com as cordas para ajudar Garra da Noite na descida. Mhuamba convoca seu espírito familiar e o diabo da garrafa para ajudarem.
Depois da primeira parte da descida a cadeia que Wener teceu começa a ceder, e Adnaan tem que correr para ajudar seu companheiro. O grupo encontra um vão de 40 metros impedindo a passagem, e Adnaan usa seu salto e teleporte para chegar na outra ponta, e Wener tem a ideia de fazer uma tirolesa, o e grupo consegue atravessar.
Continuando, o grupo estima que está próximo a Mir-Sath, mas a meio caminho entre o topo e a base do paredão a névoa vindo do pântano já restringe a visão para além de algumas dezenas de metros. O caminho está mais fácil pois o grupo encontra "varandas" construídas pelos Rhul-thaun, misturando rocha e coral fossilizado, mas percebem criaturas se aproximando, vários escorpiões negros.
A emboscada dos mastyrials
XP: 0
Mhuamba: 500209/480000 (Legate, +1 Legate XP)
Adnaan: 496984/500000
Wener: 454574/480000
Veecent: 318250/360000
Tesouro:



